textura-7

AMBIENTAL

Por desempenhar uma atividade com impactos sobre o meio ambiente, a Votorantim Metais assumiu compromissos de reduzir a geração específica de resíduos minerometalúrgicos, as emissões de gases de efeito estufa e o consumo específico de água nova, aumentando a taxa de recirculação do recurso em suas operações. A gestão desses impactos é feita com o apoio de uma política integrada de saúde, segurança e meio ambiente, que contempla detalhamento de procedimentos que compõem o sistema de gestão integrado.

Pelo terceiro ano, a Votorantim Metais foi reconhecida como empresa referência em sustentabilidade pelo Guia Exame de Sustentabilidade, o que consolida e confirma o sistema de gestão como principal elemento potencializador das boas práticas.

Todas as unidades possuem a certificação ISO 14001. A norma é uma ferramenta que ajuda a identificar, priorizar e gerenciar riscos ambientais como parte de práticas usuais. Ela faz com que a empresa dê uma maior atenção às questões mais relevantes de seu negócio e exige comprometimento com prevenção da poluição e melhorias contínuas, como parte do ciclo normal de gestão empresarial. O sistema de gestão também segue o princípio da precaução, instituído na Eco92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento), que representa a garantia contra os riscos potenciais que, de acordo com o estado atual do conhecimento, não podem ser ainda identificados.

GRI 102-11GRI 102-11. Princípio de precaução

Em 2016, foram destinados US$ 53,1 milhões (R$ 185,0 milhões) a investimentos e gastos ambientais, concentrados em tratamento de efluentes (38,34%), resíduos (17,02%) e emissões atmosféricas (11,39%). O valor total corresponde a 3,0% da receita líquida.

Investimentos ambientais
GRI EN31GRI EN31. Total de investimentos e gastos com proteção ambiental, por tipo.

grafico-32

Educação ambiental
Gestão ambiental
Preservação, reflorestamento e biodiversidade
Tratamento de emissões atmosféricas
Tratamento de resíduos
Tratamento de efluentes líquidos
Descomissionamento/ Remediação de áreas contaminadas (solo e água)
Outras despesas ambientais

Despesas ambientais
GRI EN31GRI EN31. Total de investimentos e gastos com proteção ambiental, por tipo.

grafico-33

Educação ambiental
Gestão ambiental
Prevenção Ambiental
Preservação, reflorestamento e biodiversidade
Tratamento de emissões atmosféricas
Tratamento de resíduos
Tratamento de efluentes líquidos
DHO – Área Ambiental
Descomissionamento/ Remediação de áreas contaminadas (solo e água)
Outras despesas ambientais

RESÍDUOS
GRI 103-3GRI 103-3. Avaliação da forma de gestão

tabela-11

*Os dados publicados em 2014 e 2015 foram recalculados em decorrência da nova configuração da Votorantim Metais, permitindo assim a comparabilidade. GRI 102-48GRI 102-48. Principais reformulações das informações

Em 2016, as operações geraram mais de 16,9 milhões de toneladas de resíduos minerometalúrgicos, dos quais 10,3 milhões de toneladas são rejeitos perigosos (9,8 milhões de toneladas de mineração e 532,8 mil de metalurgia). A meta até 2025 é reduzir em 50% a geração específica de resíduos minerometalúrgicos e industriais, o que significa diminuir o consumo de recursos naturais e de custos, assim como menores impactos ambientais associados à disposição, sendo que os principais riscos envolvem o armazenamento dos resíduos.

Resíduos minerometalúrgicos e industriais (mil toneladas)

GRI 306-2GRI 306-2. Peso total de resíduos, por tipo e método de disposição G4-MM3G4-MM3. Quantidades totais de estéril, rejeitos e lamas e seus
riscos associados
tabela-12

Para mitigar esses riscos, a empresa utiliza três métodos de disposição dos resíduos: em barragens (39, sendo 18 no Brasil e 21 no Peru), que empregam técnicas de revestimento, sistema de monitoramento de vazamentos, vistorias e gerenciamento contínuos; empilhamento a seco (dry stack); ou retorno à mina, preenchendo os espaços dos quais foram retirados os minerais (backfill).

O sistema backfill é adotado nas unidades de Atacocha, Cerro Lindo e El Porvenir, no Peru, onde 38% dos rejeitos retornam às minas, evitando destinação à barragem ou acumulação nos pátios. O sistema de deposição de rejeito a seco é utilizado em Cerro Lindo. Todo o resíduo é filtrado, separando a água e os sólidos. A água é recirculada e o rejeito a seco fica empilhado. Esses dois sistemas estão sendo considerados nos novos projetos da empresa no Brasil (Aripuanã e Caçapava do Sul).

A mina de Morro Agudo é exemplo bem-sucedido de geração zero de resíduo. O tipo de minério – denominado encaixante – gera zinco como metal principal, além de chumbo e calcário como produtos secundários. Com aplicação agrícola importante e viabilidade econômica significativa, o calcário correspondeu em 2016 a 40% da receita da unidade. Além disso, a logística de transporte do calcário é feita em parceria com a Votorantim Cimentos, o que favorece a distribuição do mineral.

Outro exemplo está em Vazante, onde foi incluída uma etapa no processo de mineração para a retirada do chumbo e da prata presentes no minério. A Votorantim Metais também realiza pesquisas para a aplicação da pozolana (composto com sílica reativa) na construção civil, na qual o rejeito gerado e atualmente armazenado em barragens (exemplo: Depósito de Rejeitos Murici, em Três Marias, que possui um dos mais avançados sistemas de impermeabilização) poderia ser processado para a produção de pozolana.

O smelter Juiz de Fora assume características de indústria de reciclagem. Com todo o circuito de lixiviação implantado – troca de jarosita (mineral sulfetado) para goethita (mineral de óxido de ferro), a tendência é reduzir a geração de jarosita, o que aumentará a vida útil da Barragem da Pedra em no mínimo 25 anos. Juiz de Fora também tem colocado em prática projetos com o objetivo de recuperar metais valiosos contidos em resíduos, além de produzir materiais/resíduos com destinação mais fácil e/ou barata. Está também em desenvolvimento o projeto Escória Waelz-Sínter, que irá adequar a característica da escória para aplicação na indústria siderúrgica.

Em Três Marias, parte dos resíduos da operação (chamados cementos) é direcionada para uma empresa parceira, que faz a separação de diversos minerais, entre eles o cádmio e o cobalto, que são vendidos separadamente. O restante é devolvido à Votorantim Metais, o que gera valor e reduz o impacto ambiental. Nessa unidade, está em fase de testes projeto para a recuperação de chumbo/prata em resíduos dispostos nas barragens e há estudo para destinar o rejeito da flotação de zinco para a produção de gesso.

img53

Gestão de barragens

A empresa possui um sistema de gestão de barragens, em constante evolução, com foco em segurança, na otimização e na estabilidade. Instituído em 2007, o sistema prevê ações diárias, semanais, quinzenais, mensais, semestrais e anuais, com monitoramento por 934 instrumentos, como piezômetros e inclinômetros. O tema integra a gestão de riscos empresarial e é rotineiramente abordado nas reuniões de Diretoria, com apresentação de um relatório (Farol) sobre a estabilidade das estruturas.

img54

O processo de gestão foi reforçado em 2015, após acidente com barragem de outra mineradora que ocorreu em Mariana (MG). Entre elas estão inspeções cruzadas – empregados de uma unidade inspecionam barragens de outras operações para, com base em melhores práticas, ajudar a identificar eventuais necessidades de reforço de controles. Outra iniciativa foi a instituição da Auditoria do Presidente, quando o principal executivo da companhia inspeciona as barragens e discute o tema com os responsáveis das unidades.

Todas as 39 barragens recebem acompanhamento de uma consultoria independente de abrangência internacional. Além da consultoria, a empresa investiu US$ 430,7 mil (R$ 1,5 milhão) em 2016 para a realização de uma auditoria independente em todas as barragens.

AVANÇOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS

Vazante – Disposição de rejeito a seco, aumentando a vida útil de disposição de rejeito até 2030 sem a necessidade de nova barragem.

Juiz de Fora – Eliminação de depósito de escória de Forno Waelz, produzindo insumos para a produção de gusa e cimenteiras.

Três Marias – Transformação de resíduos e materiais secundários em óxido de zinco de alta qualidade.

Cerro Lindo – Desenvolvimento de rota tecnológica para a produção de barita (destinada à indústria petrolífera) a partir de resíduos.

El Porvenir – Desenvolvimento de rota tecnológica para a produção de fertilizantes a partir de resíduos produzidos na unidade.

img55

ÁGUA
GRI 103-3GRI 103-3. Avaliação da forma de gestão

tabela-13

*Os dados publicados em 2014 e 2015 foram recalculados em decorrência da nova configuração da Votorantim Metais, permitindo assim a comparabilidade. GRI 102-48GRI 102-48. Principais reformulações das informações

img57

A meta da Votorantim Metais é recircular 75% da água usada nas operações até 2025, número determinado após a análise de 19 metodologias de balanço hídrico. Em 2016, esse índice foi de 67%, evolução de 9,0 pontos percentuais em comparação ao ano anterior. O cálculo considera o volume total de água reutilizada em relação ao total de água utilizada no processo (em 2016, as operações demandaram 106,3 milhões de m3 e a reutilização foi de 70,7 milhões de m3).

GRI 303-3GRI 303-3. Percentual e volume total de água reciclada e reutilizada

A empresa vem trabalhando desde 2014 no Plano Diretor de Uso de Água, que é viabilizado em três etapas:

Diagnóstico, que compreende avaliação de risco hídrico e quadro de contabilidade de água – a empresa tem outorgas para a captação de água, que é medida em registros de vazão;
Controle/mitigação, por meio de auditorias e um Plano de Contingência; e
Desenvolvimento, que abrange o Plano Diretor de Medição (vazão) para todas as unidades. Compreende 14 iniciativas que contribuem para ampliar a reutilização e reduzir a captação de água nova.

A empresa tem um Grupo Técnico corporativo somente para cuidar do tema e grupos em cada unidade, que se reúnem periodicamente a fim de discutir ações de melhorias para reduzir o consumo, aprimorar a medição e realizar projetos de recirculação. Em 2016, o destaque foi a unidade de Três Marias, em que iniciativas como eliminação de vazamentos de tubulações e maior controle de bombeamento permitiram desligar uma das bombas de captação de água do rio. Com isso, além de redução de desperdício, houve menor consumo de energia. Nesse smelter, o Grupo Técnico de água incluiu o indicador de consumo nas metas financeiras da unidade.

A gestão de água também envolve aspectos sociais vinculados ao uso desse recurso. No Peru, especialmente, as comunidades mobilizam-se para assegurar que a captação subterrânea ou superficial não represente impacto na disponibilidade, mesmo em localidades onde as fontes de água são mais abundantes. No caso de Cerro Lindo, região peruana de forte escassez hídrica, 100% da água é captada no mar, passa por uma estação dessalinizadora e é bombeada para percorrer uma distância de 60 quilômetros. O custo para tratamento da água da unidade é de US$ 1,97/m3. Por essa razão, essa mina apresenta o maior índice de recirculação de água da Votorantim Metais (91% em 2016, 36 pontos percentuais acima do índice médio de 55%).

No projeto greenfield de Caçapava do Sul, às margens do rio Camaquã, estão sendo analisadas tecnologias que permitam a recirculação de 75% de água, o que culminará em um volume de captação de água nova inferior ao de minas tradicionais.

Consumo de água por fonte*
GRI 303-1GRI 303-1. Total de retirada de água por fonte

grafico-34

Águas superficiais
Água subterrânea
Água pluvial

*O balanço hídrico da Votorantim Metais é elaborado com base na Water Accounting Framework (SMI/MCA, 2014), que incorpora todo o volume de água captada e utilizada pela organização. Os dados são reportados considerando as captações de água superficial (rio e mar), subterrânea (proveniente de poços ou retirada com fins de rebaixamento de mina, embora sem uso no processo produtivo) e água de chuva armazenada em estruturas físicas localizadas nas unidades.

Percentual e volume total de água reciclada e reutilizada**
GRI-303-3GRI-303-3. Percentual e volume total de água reciclada e reutilizada

img28

**Os dados são calculados utilizando-se a base da Water Accounting Framework (SMI/MCA, 2014), que considera o somatório de água reutilizada/água utilizada, e a base GRI, onde é considerado o somatório de água reutilizada/água retirada.

Descartes

Tão importante quanto reduzir a necessidade de captação de água, a meta de ampliar a recirculação contribui para garantir o menor volume de efluentes, o que representa menores riscos de impacto ambiental e custos de tratamento para assegurar a qualidade dos descartes. O tratamento de efluentes é aspecto crítico em operações de mineração e metalurgia e representou 38,34% dos investimentos e das despesas ambientais da companhia em 2016.

Por essas razões, a prerrogativa é alcançar vertimento zero nos novos projetos em desenvolvimento. Das unidades em operação, Cerro Lindo, no Peru, já apresenta zero descarte de efluente. As necessidades de captação de água nova referem-se basicamente a perdas por evaporação.

Nas outras operações atuais, 100% dos efluentes são encaminhados a estações de tratamento (ETEs) e submetidos a processos de acordo com o tipo. Entre as iniciativas de redução de efluentes, destaca-se o projeto Água Limpa, de Morro Agudo, que tem como premissa básica a segregação de água ainda na mina, de forma a evitar a contaminação e, consequentemente, reduzir o volume de efluente bruto a ser tratado na ETE.

img59
img60

EMISSÕES E ENERGIA
GRI 103-3GRI 103-3. Avaliação da forma de gestão

tabela-14

*Os dados publicados em 2014 e 2015 foram recalculados em decorrência da nova configuração da Votorantim Metais, permitindo assim a comparabilidade. GRI 102-48GRI 102-48. Principais reformulações das informações

Investimentos em eficiência energética e flexibilidade da matriz de energia, com foco em fontes renováveis e projetos de inovação tecnológica, centralizam as iniciativas para alcançar a meta de reduzir em 5% as emissões de gases de efeito estufa (GEE) até 2025, tendo por base os volumes registrados em 2014.

O plano prevê desenvolver parceiros para o fornecimento de energia renovável, iniciativa já adotada em Três Marias, onde entra em operação em 2017 uma caldeira de biomassa em substituição a óleo combustível, com ganhos ambientais e econômicos (ver a seguir). Em Cajamarquilla, o óleo diesel será substituído por gás natural como combustível na geração de vapor. O projeto deve começar a operar em 2018 e pode reduzir em 0,26% as emissões por ano na unidade.

Nas unidades industriais de Três Marias, Cajamarquilla e Juiz de Fora, em que há potencial liberação de emissões ácidas durante o processamento, foi instalado um sistema para tratar essas emissões, que são condensadas e produzem ácido sulfúrico, garantindo que as emissões atendam aos parâmetros da legislação.

Energia

Em 2016, o consumo de energia nas operações da empresa totalizou 15.220.285 GJ, acréscimo de 0,33% em comparação ao ano anterior, sendo 80,6% de fontes renováveis (80,0% em 2015). Essa proporção reflete especialmente a matriz de energia elétrica do Brasil e do Peru, que apresenta em sua base maior participação de fontes hídricas (73,9% no Brasil, em 2016, e 50,4% no Peru, em 2015 – últimos dados disponíveis).

GRI 302-1GRI 302-1. Consumo de Energia dentro da Organização

A geração de energia elétrica correspondeu a 20% do total consumido em 2016. Há cogeração em caldeiras de vapor e geração em usinas e pequenas centrais hidrelétricas gerenciadas pela Votorantim Energia (que atende às subsidiárias da Votorantim S.A., além de clientes externos).

Iniciativas de logística também são direcionadas a reduzir o uso de combustível e têm como exemplo o novo processo de transporte de minério no Peru, adotado em 2016, que diminuiu em 30% o número de viagens entre as minas e o smelter de Cajamarquilla. (Mais informações em Estratégia/Eficiência operacional.)

Em Juiz de Fora, houve continuidade do projeto de preaquecimento da água que alimenta as caldeiras. Iniciado em 2015, tem o objetivo de reduzir o custo com gás natural e a emissão de toneladas de CO2 equivalente. Esse projeto apresenta um potencial de redução de consumo de 957 mil m³ de gás natural por ano.

Consumo de energia dentro e fora da organização, em GJ
GRI 302-1GRI 302-1. Consumo de Energia dentro da Organização 302-2GRI 302-2. Consumo de Energia fora da Organização

tabela-15

Emissões

As emissões de gases de efeito estufa (GEEs) totalizaram 892.272 toneladas de carbono equivalente (tCO2eq), redução de 5% sobre o ano anterior. As emissões decorrentes de consumo de energia elétrica adquirida (Escopo 2) corresponderam a 74% do total de emissões da companhia. A intensidade carbônica foi de 0,82 tCO2eq por tonelada de zinco produzido, em comparação a 0,86 em 2015. A evolução reflete o menor consumo de energia registrado em 2016, resultado de ganhos de eficiência nas operações.

Emissões de gases de efeito estufa (tCO2eq)
GRI 302-1GRI 302-1. Consumo de Energia dentro da Organização 305-2GRI 305-2. Emissões indiretas de Gases de Efeito Estufa (GEE) - Escopo 2 305-3GRI 305-3. Outras emissões indiretas relevantes de gases de efeito estufa, por peso

tabela-16

Intensidade energética
do zinco – GJ/ton
GRI 302-3GRI 302-3. Informação será disponível em breve

grafico-35

Característica da matriz energética

grafico-36
grafico-37

Emissões de gases de efeito estufa por escopo – 2016

grafico-38

Escopo 1 (emissões diretas)
Escopo 2 (emissões de energia adquirida)
Escopo 3 (emissões indiretas)

Caldeira de biomassa

Em eficiência energética, um dos destaques é o projeto de uma caldeira de biomassa, na unidade industrial de Três Marias, com a substituição do óleo combustível por cavaco de eucalipto ou bagaço de cana. A caldeira pertence a um fornecedor, que a instala em área cedida em comodato. O projeto é inovador e pode se tornar modelo em outras unidades. O conceito da iniciativa é terceirizar atividades que não são específicas do negócio da empresa de forma a reduzir imobilização de capital e atingir custos mais competitivos.

Segundo estimativas, o projeto deve apresentar redução de 40% em consumo de energia térmica e volume de emissões 30% menor, ou cerca de 54 mil toneladas de CO2eq. A economia com energia é avaliada em US$ 2,3 milhões (R$ 8 milhões). Atualmente, a unidade produz 98% de energia própria.

Outra característica importante é o apoio ao desenvolvimento local. Pelo fato de o combustível utilizado ser cavaco de eucalipto ou bagaço de cana, haverá fomento à cadeia produtiva e produtores rurais poderão se beneficiar da iniciativa.

O mesmo conceito será replicado para as demais unidades, prevendo a terceirização da produção de calor com empresas especializadas em energia. Em Juiz de Fora, já há estudos para substituir também o gás natural por biomassa.

Intensidade de emissões de GEE
(tonCO2eq/t)
GRI 305-4GRI 305-4. Intensidade de emissões de gases de efeito estufa

grafico-39

2014
2015
2016

Free WordPress Themes, Free Android Games